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Brejo Grande

Farol no povoado Cabeço, foz do Rio São Francisco, em Sergipe.

 

Histórico


Brejo Grande originou-se numa ilha que por Carta Régia de 24 de outubro de 1534, passou de Pernambuco para Sergipe, vindo a pertencer em 1921 ao Município de Neópolis (ex-Vila Nova). A ilha desapareceu com a obstrução do canal que a separava do território da Capitania de Sergipe del’Rei levada a cabo pelo português José Alves Tojal. Perto da foz do rio São Francisco, nos terrenos embrejados da referida ilha, após o ano de 1920, alagoanos, pernambucanos e cearenses enxotados pela seca, vieram ali residir, e auxiliados pelo Barão Bento de Melo fundaram a povoação de Brejo Grande que continuou como povoado até sua elevação à cidade e sede do Município de São Francisco, através da Lei Estadual nº 929 de 02 de outubro de 1926, o qual foi  instalado vinte dias depois com território separado de Neópolis (Ex-Vila Nova).


A Lei Estadual nº 377, de 31 de dezembro de 1943, permutou mais uma vez o topônimo para Parapitinga, que com a denominação anterior não conseguiu se impor às populações ribeirinhas. A rejeição dessas duas fracassadas denominações, fez que o aparecimento da Lei Estadual nº 554, de 06 de fevereiro de 1954, corrigisse e reconhecesse de direito uma situação de fato, devolvendo a antiga denominação de Brejo Grande, a qual desde sua fundação jamais fora abandonada.


Formação Administrativa

Elevado à categoria de município com a denominação de São Francisco pela lei estadual nº 939, de 02-10-1926, desmembrado de Vila Nova. Sede no atual distrito de São Francisco ex-povoado. Constituído do distrito sede. Instalado em 22-10-1926.  Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído do distrito sede.

 

Fonte: IBGE


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